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Olá!

Para que você entenda o que me motiva a estudar e compartilhar conhecimentos sobre desenvolvimento pessoal vou contar um pouco da minha história.

Desde criança sempre gostei de observar o mundo que me cercava, olhava tudo com uma certa admiração e sensibilidade. Gostava de ficar sozinha e realmente eu apreciava minha própria companhia. Não tinha dificuldade em socializar, mas os momentos de solitude me agradavam mais.

No momento da escolha profissional, sem saber muito bem que caminho seguir, fui pelo mais óbvio. Minha mãe é arquiteta, meu pai artista plástico, escolhi o Design. Naquela época, busquei algo focando nas minhas habilidades, ainda não me conhecia o suficiente para descobrir a minha verdadeira paixão.

A notícia que me abalou

Em 2014, eu estava casada e já era mãe de 2 lindas crianças: Yasmin, a primogênita, e Heitor, o caçula. Meu filho tinha 3 anos e apresentava alguns comportamentos bem estranhos desde de 2 anos. Foi, então, que recebeu o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), também conhecido, simplesmente, como autismo. Uma notícia extremamente impactante.

No entanto, como a minha natureza é focar na solução, sem dar um tempo para viver o luto fui para a luta. O primeiro ano, após o diagnóstico do Heitor, foi muito intenso. Em pouco tempo, ele já estava com a agenda cheia de terapias e eu, após o expediente, passava a tarde rodando a cidade de um atendimento para o outro. Mas chegou um momento que eu comecei a perceber que algo não ia bem comigo.

Iniciei, então, o atendimento com uma psicóloga. E, aos poucos, fui percebendo o nível de auto-abandono que eu estava. Havia perdido o contato com meu próprio ser. Minha vida se resumia correr de um lado para o outro resolvendo coisas, apagando incêndio e não tinha tempo para cuidar de mim. Comecei a buscar alguns momentos para meditar, mas a situação já estava muito grave.

Quando achava que pior que estava não ficaria…

Após 1 ano e meio do diagnóstico que abalou a minha vida, eu tive um outro diagnóstico: depressão. Continuei com a psicóloga, mas iniciei também o uso de medicação. Realmente precisava de socorro urgente. A vontade que tinha era de fugir do mundo e em alguns momento pensei em tirar a minha própria vida. Mas meus filhos precisavam de mim, eu precisava melhorar.

Tinha recém iniciado o tratamento psiquiátrico e outra bomba: divórcio. O casamento já não ia bem há algum tempo e todos aqueles acontecimento só pioraram a situação. Tive que me reinventar, me reestruturar e descobrir uma força interna, que eu nem imaginava que existia. E foi graças a esta força que consegui superar muito desafios.

No processo que eu já estava de autocura, mergulhei ainda mais em autoconhecimento. Comecei a buscar recursos internos e externos para me reerguer. Fiz cursos de terapias holísticas, como Reike, ThetaHealing, TFT e EFT, cursos de coaching e outras técnicas de auto-desenvolvimento. Entrei em contato, também, com muitos temas relacionados à espiritualidade. Além de devorar vários livros sobre estes assuntos.

A volta por cima

Após 2 anos de tratamento com medicações, a psiquiatra me deu alta e disse que eu estava muito bem e não era só por conta da medicação. Ela tinha razão. Eu fiz do limão uma limonada. Consegui tornar todas aquelas crises alavancas para meu crescimento pessoal. E, mais que isso, neste caminho de cura, descobri uma grande paixão pelo universo do desenvolvimento pessoal.

A princípio, era apenas para minha evolução pessoal, como um hobbie, não me via trabalhando com isso e ajudando outras pessoas. Já tinha uma formação em Design e achava que esta seria minha profissão para os resto da vida. Só que, aos poucos, fui impulsionada, por uma força interna, a compartilhar com o mundo aquilo que estava me trazendo tantos benefícios incríveis.

Quando resistimos a sair da zona de conforto, alguma coisa acontece para nos tirar, na marra, da acomodação. Acredito que tudo que aconteceu na minha vida, de alguma forma, serviu para me mostrar que eu posso mais e ajudar outras pessoas a acreditarem, também, na própria capacidade.

Então, comecei a fazer algumas publicações em redes sociais como o Instagram e o Facebook. E, também, alguns vídeos no YouTube, que foi o meu maior desafio, naquele momento.

O meu propósito de vida

Hoje tenho como foco principal ajudar mulheres a serem mais produtivas com um propósito de vida. Pois acredito que, quando você sabe para onde está indo e tem um porquê inabalável unido a um método que te ajuda ter mais resultados com menos esforço, está no caminho de uma vida plena. E também acredito que as mulheres são as propulsoras de grandes mudanças (para melhor) que estão por vir neste mundo.

Continuamente, busco novas formas de compartilhar o meu conhecimento com o mundo e, assim, ajudar o máximo de pessoas a acreditarem mais em si mesmas e irem para o próximo nível em suas vidas. Me acompanhe nas redes sociais e aqui neste blog para saber das novidade!

Abraços, Ana Grilo.

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